segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Tempo de amar

Na tarde que chega , o tempo pergunta-se se haverá 
um tempo futuro
apreensivo sua visão escurece e lampejos de uma dor existencial  
da forma às estrelas.
Quando os primeiros sinais que a luz se faz no firmamento o tempo
 torna-se um sujeito menos tenso.
Agora,  a procura em seu caderno as promessas feitas no passado rabiscado 
na lembrança de enxaqueca.
Somos o tempo , sempre apavorados se haverá um futuro tempo
mais ainda, somos solicitados a exigir que seja um tempo de bonança , 
como se isso fosse esperança.
Oh! Tempo , meu , teu , de todos os tempos 
o tempo se confunde com a eterna presença da esperança 
em aprendermos a mar mesmo por pouco tempo.





(J. Fernando)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente, participe!